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Projeto

A Hora do Brasil

O Projeto A Hora do Brasil estimula o redescobrimento do país, interpretando a exuberância visual das festas e rituais populares, e fazendo conexões com a produção artística contemporânea. Busca diálogo entre estes universos paralelos – Tradição e novas linguagens. A Hora do Brasil ocupa o espaço público com ações artísticas, se relacionando com a pulsão do público ao redor. Cria seu próprio ritual de rua, sua própria identidade.

Histórico

Em junho de 2002 os artistas estiveram na Feira de São Cristóvão, com a instalação “Galeria de Rua”, apresentamos imagem produzidas na festa do Bumba Meu Boi, de São Luís do Maranhão. O espaço utilizado para a exposição foi uma barraca branca iluminada, que, com suas laterais vazadas, criou uma interação entre a visualidade das imagens expostas e a paisagem exterior.

 

 

 

Na histórica cidade de Cachoeira, na Bahia, em 2003, durante a festa da Ajuda, projetamos imagens da Festa da Boa Morte, produzidas na mesma cidade, meses antes, sobre a fachada das casas. Sincretismo reapropriado criando arte na rua, na vida, nos espaços coletivos.

 

 

 

Nova edição da barraca foi apresentada no Foto Rio 2004, nos Arcos da Lapa. Aqui apresentamos duas séries de fotografias sobre as festas da Boa Morte e da Ajuda. Dezoito fotos coloridas 40x60 cm, expostas na barraca, e trinta slides projetados nos Arcos, nas fachadas do casario ao redor e nos corpos do público.

 

 

Ainda em 2004, na Fundição Progresso, no Centro do Rio, uma nova concepção da barraca A Hora do Brasil, utilizou imagens de diversas festas populares, impressas em 32 transparências. Iluminadas de dentro para fora. As imagens criaram um cubo colorido, vivo e pulsante, tal como as festas e rituais que serviram de inspiração.

 

 

Em 2005 no evento Rota das Artes, na região oceânica de Niterói, apresentamos a instalação ”Varanda Brasileira”. Trinta e seis transparências em grande formato, com imagens de todos os eventos culturais e artísticos produzidas pelo projeto, e adaptadas à varanda do ateliê dos artistas.

 

 

Neste mesmo ano, estivemos em duas mostras coletivas no Studio 260, em Santa Tereza, Rio de Janeiro. Numa delas, realizamos uma projeção multimídia de fotos e vídeos produzidos durante a Festa Nacional dos Índios, em Bertioga, São Paulo, e no Carnaval carioca, misturando o som das escolas de samba com imagens dos índios e vice-versa. As imagens foram projetadas em múltiplos véus brancos, criando inúmeras possibilidades de visualização e fruição das imagens apresentadas.

 

 

 

Em “Síntese”, a outra exposição do Studio 260, os artistas apresentaram 12 transparências fotográficas, em pequeno formato, de diversos eventos culturais brasileiros. Em “Síntese”, a outra exposição do Studio 260, os artistas apresentam 12 transparências fotográficas, em pequeno formato, de diversos eventos culturais brasileiros.

 

 

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